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“Médio Tejo Verde” é mote de reunião com vários parceiros na CIM Médio Tejo

“Médio Tejo Verde” é mote de reunião com vários parceiros na CIM Médio Tejo

A CIM Médio Tejo, em Tomar, acolheu no passado dia 14 de fevereiro, uma reunião que juntou vários representantes municipais, institutos e entidades que trabalham no domínio da atração empresarial e na captação de novos investimentos para a região. Numa ocasião subordinada ao tema “Médio Tejo Verde”.

Presente neste momento, o presidente da CIM Médio Tejo, Manuel Jorge Valamatos, começou por agradecer a presença de todos, recordando que a reunião de trabalho tinha como objetivo criar novas sinergias para que os concelhos do Médio Tejo possam ser “mais competitivos”, estimulando “a coesão territorial no âmbito das energias renovais e da sustentabilidade ambiental”.

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Manuel Jorge Valamatos evidenciou a criação da Zona Livre Tecnológica Abrantes (ZLT) recordando que a ZLT é uma “excelente oportunidade para atrair investimento e para colocar na ordem do dia na nossa região as questões da transição energética, da sustentabilidade e das energias renováveis sobre as quais temos de estar todos atentos”.

“Ao valorizarmos estas questões, estamos a posicionar o território e as nossas empresas, atraindo novos investimentos”, evidenciou o presidente.

A reunião prosseguiu com a comunicação de Ricardo Brás, da CCDRLVT, que trouxe informação quanto às alterações simplificadas do Plano Diretor Municipal, tendo-se prosseguido com a apresentação do modelo de candidatura a submeter para o desenvolvimento de competências para a especialização inteligente, a transição industrial e o empreendedorismo do ITI CIM Médio Tejo.

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A ocasião, que juntou cerca de meia centena de representantes nesta CIM, contou também com apresentação de um Estudo que está a ser desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Tomar, e que se centra nas seguintes fases: Fase I – Elaboração de diagnóstico territorial da região do Médio Tejo no que diz respeito às energias renováveis e sustentabilidade ambiental; Fase II - Estudo dos potenciais técnicos das energias renováveis na região; Fase III - Criação de uma matriz com os fatores de atratividade do Médio Tejo no âmbito das energias renováveis e Fase IV - Definição de um plano de ação para a promoção das energias renováveis na região.

O último ponto da ordem de trabalhos desta reunião, dedicou-se à Operacionalização do Plano de Ação da região do Médio Tejo no âmbito das energias renováveis e da sustentabilidade.

Com o objetivo de aumentar a competitividade e a coesão regional, no âmbito das energias renováveis e da sustentabilidade ambiental, a CIM Médio Tejo pretende com este trabalho dinamizar a competitividade territorial através de vários fatores: através da produção de energia e gestão de redes energéticas, devido à existência de um ponto de injeção na rede elétrica nacional instalado em Pego (Abrantes); através da constituição da Zona Livre Tecnológica que será um espaço apropriado para a formação de um ecossistema de inovação e de experimentação de soluções públicas e privadas e, por último,  através da própria comunidade (municípios, CIM Médio Tejo, empresas, IES (Informação Empresarial Simplificada) e sociedade civil) solidamente empenhados em transformar o perfil da estrutura produtiva regional. 

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