Ferreira do Zêzere

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ÁREA DE INTERVENÇÃO


Cultura

PROJETO


Caminhos do Médio Tejo – Programação Cultural em Rede

ENQUADRAMENTO


O projeto CAMINHOS surge no sentido de reforçar a intervenção no domínio da cultura, reconhecendo-se que os recursos endógenos da região têm um potencial ímpar para gerar mais riqueza e conhecimento e para alavancar o desenvolvimento transversal da região, estando atualmente subaproveitados.

O projeto CAMINHOS coloca a tónica na qualificação e valorização do tecido cultural e artístico do Médio Tejo, promovendo o cruzamento entre património e criação artística e a animação do património e a itinerância de espetáculos e manifestações artísticas pelos diversos concelhos do Médio Tejo, através de uma programação cultural em rede/intermunicipal, contribuindo para a sustentabilidade dos projetos, formação de novos públicos, inclusão e maior fruição cultural e artística, tornando-a acessível a um público alargado.

A filosofia do projeto CAMINHOS assenta em três grandes momentos de programação cultural anual que procuram divulgar e afirmar um Médio Tejo acessível por diversas vias, que se entrecruzam e se desmultiplicam em inúmeras possibilidades de percurso e de experiência cultural.

A cada Caminho corresponde um momento que é também um ciclo que valoriza uma área artística: Dança, Música e Teatro surgem, respetivamente associados aos Caminhos de Ferro, da Água e da Pedra como áreas de força que se identificou como mobilizadores de diferentes franjas da comunidade regional.

Habitualmente, os Caminhos do Ferro decorrem em abril, acompanhando as linhas ferroviárias, em julho seguem-se os cursos dos rios com o Caminhos da Água, e em outubro, percorrem-se as estradas para o Caminhos da Pedra.

Os caminhos decorrem pelos 13 municípios do Médio Tejo. Numa distribuição que resulta de um levantamento exaustivo dos elementos de cada concelho que fortalece o conceito de caminho acessível e capaz de proporcionar experiências únicas e marcantes.

ÁREA DE INTERVENÇÃO


O projeto tem como objetivo principal reforçar a singularidade deste território e permitir uma descentralização da oferta cultural entre os destinos mais óbvios e os que estão menos explorados, que projete o património numa abordagem contemporânea e de modernidade.

Este projeto congrega os seguintes objetivos:

  • Incrementar o turismo cultural;
  • Criar emprego e riqueza, valorizando os equipamentos associados ao património;
  • Alargar os potenciais beneficiários e a captação de fluxos turísticos, dinamizando os espaços culturais existentes através de uma programação em rede;
  • Aumentar a capacidade de atração e o aumento da duração da estadia de visitantes das áreas classificadas, melhorando o apoio aos visitantes e divulgando os seus valores e recursos;
  • Encorajar o desenvolvimento do sector turístico e da economia local que a ele diretamente associada;
  • Valorizar o património edificado, imaterial e natural, através de uma abordagem contemporânea e de modernidade;
  • Promover o Médio Tejo, nacional e internacionalmente.

AÇÕES


O projeto procura criar condições para fazer cruzar caminhos: de artistas amadores e profissionais, de artistas locais, nacionais e internacionais, de artistas que ficaram com artistas que partiram, de experiências artísticas e públicos diversificados, de habitantes locais e turistas, abrangendo várias tipologias de projetos artísticos, nomeadamente:

Projetos criadores de percursos: projetos artísticos com desenvolvimento de percurso através do trabalho conjunto do artista com a comunidade local para o enriquecimento artístico de um trajeto no concelho, que poderá ser percorrido e experienciado em caminhada, por exemplo enriquecido através de arte urbana, instalação artística, relatos evocando memórias associadas aos locais e às pessoas por onde se vai passando ao longo do caminho.

Projetos em movimento: projeto artísticos que animam/ligam as imediações dos pontos de interesse. Animação de rua, novo circo, projetos performativos itinerantes. Estas ações dão vida às cidades, dinamizam os centros históricos e chegam a um maior grupo de pessoas. Criam um ambiente festivo em torno do evento. São os projetos que dão as boas-vindas aos caminhantes (visitantes).

Projetos de criação comunitária: projetos comunitários que criam fusões entre artistas, oriundos da região e nacionais, com grupos culturais da região, por ex: Coreógrafos com ranchos folclóricos e escolas de dança; músicos compositores com bandas filarmónicas, escolas de música e grupos de garagem; Encenadores com grupos teatro amador. Estes projetos deverão, preferencialmente, conter elementos vindos de grupos e municípios diferentes, projetos que serão o ponto de encontro/fusão de diferentes dinâmicas locais. Projetos do Médio Tejo que irão circular por todo o território e que deverão ter a sua estreia em cada semana de programação.

Projetos internacionais e nacionais: de modo a garantir a relevância cultural e artística, cada Caminho incluirá pelo menos um projeto internacional ou um projeto nacional de maior visibilidade. Esta programação será uma das alavancas do projeto em termos de comunicação, criando-lhe, por um lado, atratividade para os visitantes, e, por outro, servindo de nova referência no reforço do tecido artístico da região.

Ações paralelas: a permanência de artistas em residência no território possibilitará a programação de várias atividades que funcionam tanto como ações de comunicação da programação, bem como catalisadores para criação de públicos para a cultura e para a criação artística. São exemplos: as tertúlias associadas aos momentos de abertura dos Projetos criadores de percursos, os workshops, os ensaios abertos dos projetos de criação comunitária, as visitas e passeios com artistas, as conversas nas escolas.

CONCELHOS ABRANGIDOS


Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha.

DURAÇÃO


2017-2020

DOCUMENTAÇÃO


N/A

FINANCIAMENTO


Centro 2020 / Portugal 2020/ União Europeia

Rede de Museus

A RMMT – Rede de Museus do Médio Tejo, foi constituída em 2018. Trata-se de uma estrutura informal composta por museus e núcleos museológicos integrados na Rede Portuguesa de Museus, outros museus municipais, entidades museológicas do Estado Português e privadas. Inclui também projetos museológicos em constituição com manifesto interesse em acompanhar, participar e cooperar nas atividades da RMMT.

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